Continuando a nossa prestação de contas com vocês, segue a foto de mais uma vencedora da promoção "Rafa - minha história!" Essa é a Patrícia, que teve sua história publicada aqui no blog.
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Prestação de Contas...
Final de ano chegando e nós só temos a agradecer a companhia de cada um de vocês durante todo esse ano que não foi o melhor, mas seguimos com a esperança de dias vitoriosos... É hora de prestar contas com vocês. Nós lançamos no blog a promoção "Rafa - Minha História" e premiamos 3 felizardos com um exemplar em português da biografia do nosso ídolo. O primeiro a receber o livro foi Renato Paulino e nos enviou as fotos do seu presente.
domingo, 20 de novembro de 2011
Promoção "Rafa - minha história"
Bem nós prometemos e cumprimos: sorteamos um terceiro exemplar da biografia "Rafa- minha história" entre todos os que nos enviaram suas emoções com Rafael Nadal. Quer saber quem ganhou? Veja o vídeo do sorteio.
Leiam a história que o(a) vencedor(a) nos enviou
Bom a primeira vez que vi Rafa jogar não faz tanto tempo assim foi ano passado na final do Masters 1000 de Madrid. Vendo aquele jogo fiquei tão obcecada no Nadal, fiquei tão feliz quando ele ganhou e logo fui procurar tudo sobre ele .. fiquei simplesmente apaixonada por ele, tanta humildade tanto talento.Para mim todos os técnicos de qualquer que seja o esporte tem que mostrar exemplos como o Rafa de humildade,simplicidade, uma pessoa que realmente se importa com a palavra respeito. As pessoas falam que ele não é tão engraçado mas é sim na forma dele, nunca desdenhando dos adversários sempre com muito respeito a cada partida. Além de saber ganhar e ele sabe perder; claro que fica frustado,triste mas nada que o faça desrespeitar qualquer um que seja.A cada partida dele fico nervosa,feliz,grito,choro tudo para mim é como uma paixão, uma verdadeira paixão.Sabe aquele momento em que você vê alguma coisa e se lembra do Nadal? Isso acontece constantemente comigo.. todos que eu conheço eu começo a falar do Nadal de como ele é o que ele faz,até o motorista do ônibus do meu condomínio sabe dele fico contando as novidades, os jogos, tudo.O Rafael Nadal com certeza é uma pessoa que me inspira não só porque eu sou fã dele mas, hoje só vejo esses atletas que são tão bons se metendo em confusão, o Nadal é tão diferente de tudo, ele tem tanta garra,força mental um coração tão grande uma paixão pelo oque faz, o próprio Toni Nadal para mim é um poço de sabedoria cada palavra que ele fala nossa você realmente pensa em tudo na sua vida.E claro que sonho em conhece-lo mas sinceramente eu não iria me surpreender com nada pois tenho plena certeza que ele é exatamente como eu imagino a pessoas mais fantástica do mundo.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Entrevista - John Carlin.
"Mandela e Nadal estão conectados por sua disciplina, ambição, rigor e energia"
Família de Nadal apareceu na porta de John Carlin para escrever a primeira biografia do tenista. Nela, o jornalista Inglês e o tenista balear reconstituiram a vida dele, dentro e fora das quadras, destacando momentos memoráveis como a final de Wimbledon 2008, a realização do 'Grand Slam', a importância da Copa Davis e o vício de Rafa por azeitonas.
P - Você escreveu uma biografia sobre Nelson Mandela e outra sobre Rafael Nadal. Quais os paralelos entre essas duas figuras?
JC - Há mais coisas que os separam do que os unem, mas são duas figuras mundialmente conhecidas que alcançaram excelência em suas respectivas áreas e têm demonstrado uma tremenda disciplina,ambição, rigor e energia que investiram na realização dos seus objetivos. Em ambos os livros, há também um momento épico do esporte claramente evidenciado , no caso de Rafa é a final de Wimbledon em 2008 contra Roger Federer. Pode-se dizer que há certas conexões entre esses dois personagens.
P – Você teve sorte de viver com Rafa na privacidade de sua família. O que o senhor destacaria dessa experiência?
JC - Estou ciente de que sou um privilegiado por ter me aberto as portas de sua casa, eles são pessoas que valorizam sua privacidade. Eu falei com toda a sua família (avós, tios, pai, mãe,...) e isso me deu a oportunidade de compreender tanto o ambiente como o próprio Rafa. Fui surpreendido a sua personalidade fora de quadra que pouco tem a ver com o gladiador e guerreiro incansável que vemos quando está competindo e se mostra como uma pessoa sensível, respeitosa, educado e muito doce em sua forma de ser. Há um grande contraste entre a figura pública e desportista e ele como pessoa.
P - Além de tênis, que outras questões são abordadas nessas conversas?
JC - Nós falamos sobre futebol! Rafa é um fã de futebol, mas não só do Real Madrid e da liga espanhola, mas conhece e tem consciência da mais recente adição à Liga Alemã... Ele pode estar na Austrália, se houver um jogo importante, se levanta às 5:00 pra ver...
P - É impressionante que conta no livro que não gosta de presunto...
JC - Eu sempre defendi que o que unia todos os espanhóis era o presunto, mas Rafa, um emblema e símbolo espanhol e não gosta de presunto e nem queijo. Porém ele gosta de azeitonas. Contamos uma história sobre quando era pequeno e comeu uma quantidade incrível de azeitonas foram três dias com uma barriga dolorida. Seu vício persiste e sempre que ele pode come algumas azeitonas.
P - O currículo invejável de Nadal é só falta vencer a Masters Cup,um marco que poderá conseguir na próxima semana em Londres.
JC - Rafa quer ganhar todos os torneios que disputa, porque é uma pessoa tremendamente ambiciosa, em todos os momentos pensa em como superar-se e melhorar para alcançar um nível mais elevado, apesar de tudo o que conquistou até agora. Tenho certeza que ele gostaria de ganhar o Masters Cup, mas eu não creio que tenha a enorme importância que teve o dia de ganhar Wimbledon. Eu acho que é o momento mais glorioso de sua carreira.
P - Outro momento notável foi a Copa Davis de 2004, onde a Espanha venceu os EUA com um Nadal, que era o caçula do grupo.
JC - É um momento muito importante porque foi onde se lançou. “Tanto a Espanha como o resto mundo pensava: ‘Aqui está alguém especial”. “Esse garoto é um megacrack ”. Para Rafa é especial jogar em equipe, porque, em certo modo, é um jogador de futebol frustrado. Jogou até os 12 ou 13 anos em uma equipe em Manacor e foi muito difícil deixar a equipe para se dedicar exclusivamente ao tênis. Naquela vitória sobre Roddick em Sevilha relembra com grande felicidade e orgulho.
P - Desde que apareceu nesse ano de 2004, Nadal teve dois grandes rivais pela frente: Roger Federer e Novak Djokovic.
JC – Já a vários anos está claro para Rafa que esse duopólio com Federer mais cedo ou mais tarde iria se juntar Djokovic. Talvez lhe faltava foco, encontrar um ambiente estável, como o próprio Rafa, e agora que o tem está refletido em seus resultados. Quanto a Roger, Rafa tem um grande respeito e reconhece seu sublime talento natural. Não são amigos íntimos, porque isso Rafa reservou para o pessoal de Mallorcar, mas mantêm uma relação muito gentil. É muito bom que dois jogadores com uma rivalidade esportiva tão dura quanto a deles se tratem de uma forma tão cortês e respeitosa. Eles deveriam aprender isso em outros esportes.
P - Um dos trechos do livro discutido é a tensão observada entreRafa e seu tio e treinador Toni. Como você definiria essa relação?
JC - Duas pessoas que se conhecem intimamente sendo, além disso, uma família, uma família muito próxima e unida, que estão juntos no mundo do tênis 21 anos e sob uma pressão extraordinária. O atrito é normal, não um, não dois, mas é absurdo pensar que, no contexto em que trabalham tudo é paz, amor, risos e alegria. Que disse, eu acho que Rafa depende de Toni porque ele traz uma tensão competitiva muito produtiva para chegar ao mais alto nível. Rafa não teria sido o grande campeão que é, se não fosse pela figura de Toni.
P - Após o sucesso que está tendo esta biografia, há umasegunda parte escrito por John Carlin?
JC - Nós não falamos sobre isso. Eu acho que Rafa não voltará a fazer nada parecido com isso (publicar um livro escrito sobre ele) até que ele se aposente, que com sorte demorará muitos anos. Se chegar o momento e ele me propor ficaria encantado
Fonte: Marca.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Segundo vencedor da Promoção Rafa - Minha História!
Parabéns
Patricia Pedrianni
Você ganhou um exemplar da Bio Rafa - Minha História
E aqui está sua história pra todo mundo ler!
Eu nunca fui uma pessoa muito interessada em esportes, nunca pratiquei nada absolutamente nada. Tênis então nem se fala, pra dizer a verdade nunca nem vi uma raquete de perto. Sou uma pessoa das artes, faço teatro, dança contemporânea e até artesanato. Realmente não sou alguém que se encaixa nesse mundo.
Mas eu acho que não é necessário compartilhar algo com alguém para surgir uma admiração, certo?
Mas minha história com o Rafa não é só baseada em admiração, mas é também de superação, não para ele, mas para mim.
Sou do Paraná, mas moro em São Paulo desde os 6 anos, hoje tenho 17, e desde os 5 anos pratico balé clássico mas aos 12 anos estava brincando com meu irmão na escada, nem eu acredito nessa estupidez, de repente eu saio rolando escada a baixo. Fui ao médico nada demais uma simples torção no joelho e no pé, e em dois meses estava recuperada.
Bom, esses dois meses se passaram e a primeira coisa que fui fazer foi pegar minhas sapatilhas e voltar pras aulas de dança. Mas alguma coisa estava diferente, não me sentia segura com alguns movimentos, minhas posições não estavam corretas e sentia uma dor alucinante em alguns passos. Nem alongar corretamente eu estava conseguindo.
Quando fui ao fisioterapeuta ele me disse que eu havia sofrido um trauma no osso, bom não vamos entrar em detalhes médicos porque são exagerados e complicados, mas basicamente ele disse que eu não poderia dançar durante uns tempos por causa do trauma, mas que não era uma situação definitiva era somente temporário e que se eu quisesse em alguns meses eu poderia até tentar uma vaga no Bolshoi. ATÁ!
Mas depois de algumas semanas eu já havia jogado a toalha e entrei em depressão, afinal era o que eu mais gostava de fazer, imaginem ficar impossibilitado de fazer a única, e melhor, coisa que você sabe fazer. Perdi meu otimismo, e só queria ver televisão.
Um dia, como todos os dias, depois da aula sento na frente da TV e fico lá trocando de canal e paro pra ver uma partida de tênis, não era o Rafa era uma moça que logo depois vim a descobrir e adorar fervorosamente; Ana Ivanovic, e fui acompanhando e acompanhando. A propósito o ano era 2006 e o torneio o Aberto da França.
Então em um belo dia entra em quadra Rafa nadal, claro na hora meu coração disparou, foi um sentimento único. Comecei a torcer, comecei a acompanhar todos os jogos, faltava na aula pra ver a sessão da manhã; não sabia falar de outra coisa.
Comecei a ficar obcecada e a procurar loucamente notícias sobre ele, foi quando descobri que em 2004 ele teve um sério problema no pé e que havia ficado impossibilitado de jogar um tempo, mas havia superado e que havia sido campeão do Aberto da França de 2005 e de tantos outros torneios. Meus olhos se iluminaram e eu queria saber mais e mais, não só dele, mas de tantos outros que haviam passado por algo igual.
Cinco ou seis meses já haviam passado desde meu “super trauma”, mas eu me senti tão ligada e tão motivada com as histórias, claro que o meu problema não chega nem perto dos problemas deles, e eu pensei poxa: Se eles conseguiram eu também consigo. É só eu parar com toda essa frescura.
Mas a história de superação do Rafa foi a que me ajudou mais, talvez pela ligação e por estar totalmente apaixonada por ele claro (kkkk) eu coloquei uma foto dele no espelho e escrevi ‘VAMOS’ como palavra de motivação, e toda manhã olhava aquela imagem e dizia pra mim mesma VAMOS!
Além disso, Rafa ( e Ivanovic) me introduziram nesse mundo do tênis, que continuo não praticando mas amo acompanhar.
E graças a ele não só me motivei a voltar a dançar balé, mas também faço dança moderna, jazz, indiana ...
E como presente de 15 anos o vi ser campeão em Barcelona foi os melhores dias da minha vida, o vi de perto, tive uma conversa de 1min e meio que pareceram 2hrs, vi os treinos e as imagens ainda são fortes e constantes.
É por isso que acredito nele, e nunca vou desistir dele. Porque ele é especial não é só um atleta pra mim, não é um mito, não é um deus... Simplesmente não o classifico em nenhuma categoria existente porque ele é superior.
Vencedor da Promoção Rafa - Minha História!
Parabéns
Renato Paulino
Você é um dos ganhadores da Bio Rafa - Minha História
E aqui está sua história pra todo mundo ler!
antes durante e depois do Nadal. Antes era uma chatice acompanhar os jogos, pois nenhum jogador se encaixava naquilo que eu imaginava ser o certo.
Mas minha opinião mudou, quando um "garoto" de cabelos longos, camisa regata colorida e usando calça capri surgiu e colocou fogo no modorrento circuito da ATP.
Ninguém comemora como ele a conquista de um ponto, nunca desistindo de uma bola, dando um exemplo de como viver o tênis, com amor e dedicação.
Mas o que mais me chamou atenção, foi o fato dele ser um monstro dentro das quadras, mas fora dela, ser completamento "humano".
Ele dá atenção as pessoas, as trata com respeito e carinho e isto quebrou uma teoria que escutei certa vez:
"Mantenha seu ídolos longe de você, pois quanto mais próximo você estiver dele, aos poucos ele deixará se ser seu ídolo".
Rafael Nadal está em minha vida, desde 2005 e já me deu tantas alegrias, que para algumas pessoas pode parecer bobagem, mas pra mim é algo muito valioso.
Eu nunca pensei que eu "ganharia" 10 Grand Slams, mas eu venci. Nunca imaginei conquistar 19 Masters 1000 tornando-se, o maior vencedor. Provei da sensação de ganhar
uma medalha de ouro olímpica em 2008. Eu me senti vencedor por 46 vezes. Sofri com as lesões, dei a volta por cima e continuo no topo mais de 7 anos. Jogo junto com o Nadal e me sinto um pouquinho vencedor a cada nova conquista. "Você nunca caminhará sozinho" é nisto que acredito. É no Nadal que eu acredito. Meu ídolo maior, meu exemplo de vida.
Fico imaginando como vai ser quando ele deixar as quadras, mas penso que será um dos momentos mais tristes de acompanhar. Rafael Nadal é eterno, não vai ter outro, e me sinto privilegiadode poder acompanhar tudo isto. Ainda quero vê-lo jogar de perto, quem sabe pegar um autógrafo e tirar uma foto, não custa nada sonhar. rsrsrs
E para finalizar, resolvi eternizar a minha admiração por este esportista, mas acima de tudo, a pessoa Rafael Nadal, fazendo uma tatuagem em sua homenagem.
Tatuei o seu símbolo em meu pulso, o famoso tourinho, ainda não terminei, falta alguns pequenos retoques, mas da para ter uma idéia. É a primeira, pois estou na escolha
de uma boa foto para tatuar nas costas, um desenho em 3D, mas esta é outra história.
Segue uma foto para vocês. Vamos Rafa!!! Vida longa ao REI !!!
sábado, 5 de novembro de 2011
Promoção: "Rafa - minha história"
Para atiçar sua curiosidade e te inspirar a participar da promoção do blog, trouxemos, com exclusividade, o primeiro capítulo, na íntegra, da biografia de Rafael Nadal. Quer saber mais? Corre e escreve pra gente, contando sua história com Rafael Nadal. O regulamento está aqui: Promoção "Rafa - minha história"
Um minuto de reflexão
Quem vai ler um texto com um título desses e ainda sem umas fotinhas para animar? Mas, vamos falar com as paredes. O tênis contemporâneo é fomentado (palavra chique!) por grandes rivalidades, tais como: Roger Federer versus Rafael Nadal, (neste ano) Rafael Nadal versus Novak Djokovic, Andy Murray versus Grand Slam, Tomic versus Humildade, Soderling versus Simpatia, Tipsarevic versus Bom Senso, Serena Williams versus Juízes, Djokovic versus Glúten, e por aí vai... Brincadeiras, a parte, essas rivalidades são emocionantes e tornam o tênis cada vez mais atraente e interessante (desde que Rafael Nadal ganhe sempre!!!kkkkk). O problema é que pessoas, que não são os tenistas, estão levando essa rivalidade que só existe dentro da quadra, para fora delas e transformando as torcidas em exércitos de guerra. Exagero? Não, amigos, infelizmente não. É público e notório que eu não me bato com Novak Djokovic, mas nunca fui a nenhum grupo/comunidade/torcedor do próprio para xingar o atleta, muito menos o torcedor. Nossa vida de administradores de blogs/sites têm se tornado uma constante vigília, pois vez ou outra sofremos ataques até de pessoas que se dizem fãs de Rafael Nadal. Os ataques são em forma de xingamentos em nossa página do facebook/email do blog/twitter.
Eu pergunto: onde está o limite disso tudo? Sabe, eu acho tão legal curtir as partidas com os comentários super bem humorados da Glaucia Taricano e da @kkkblue, ou ler a indignação da Eliangela, mas nunca vi nenhum comentário delas em nenhum grupo do Novak, ofendendo os torcedores, também acho que nenhuma delas perca seu tempo criando comunidades com o título “Eu odeio alguém...” Esse assunto é batido, repetitivo e chato, mas hoje eu trouxe um exemplo para demonstrar meu ponto de vista.
Nós lançamos uma promoção no blog para premiar duas pessoas com a biografia de Rafael Nadal (Promoção "Rafa - minha história"). Tenho entre meus amigos do Facebook uma nolete, Alyni Cratz. E, claro, que fui no maior bom humor, convidá-la para participar da promoção. Para minha surpresa, ela não só não me bateu ou me xingou, como ainda enviou uma história. Claro, que ela não está concorrendo a biografia, mas aceitou a brincadeira e teve fair play de participar. Eu achei um exemplo a atitude dela e pensei: será que eu agiria da mesma forma? Fica a pergunta e a esperança de que possamos torcer todos juntos, brincando, fazendo macumba com glúten, apelidando, mas acima de tudo, rindo juntos.
Olha a história que a Alyni enviou.
"Fabíola tu pediu pra ouvir a minha história com o Rafael Nadal, então lá vai viu! rsrsrsrsrs
Bom tudo começo em 2006 fim do ano perto de Outubro, A minha melhor amiga era super fã do Federer (ela tinha acabado de conhecer) e se apaixonou por seu jogo e sua beleza, eu mesma não via nenhuma beleza no Federer, mas ok, isso é outra história!
Enfim, começei torcendo pro Federer, e pro Roddick pq minhas amigas eram super fãs do Federer e etc. E eu torcia pro Roddick pq achava ele lindo, mas foi em 2007 que eu começei realmente a acompanhar o tênis e eu nem sabia quem era quem no tênis, então em 2007 conheci o Djokovic, (ai vc vai se perguntar, o q o Djokovic tem haver com a história, mas calma q vamos chegar lá) Foi no Australian Open 2007 e o Nole perdeu nas quartas de final pro Federer, e eu não gostei das atitudes da minha amiga q falava q o Federer nunca perderia e etc, pq ele era o melhor, então falei gostei desse Djokovic vou torcer pra ele, então depois no mesmo ano Nole fez sua 1° final com o Nadal em Indian Wells e 1° final de Masters 1000 obviamente ele perdeu, mas eu não fiquei com raiva do Nadal, pq as minhas amigas Federetes do jeito q xingavam o Nole acabei tomando raiva do Federer, e eu tipo como vc bem me conhece falei, agora eu vou trollar, então sempre quando brincavamos elas riam de mim quando falava do Djokovic. Então em 2008 fiz a maior alegria da minha vida, foi no dia do meu aniversário 04 de julho de 2008 e ai marquei da gente assistir a um jogo do Nadal x Federer aqui em casa, eu prometi ficar neutra e não falar nada, então ficamos a tarde inteira assistindo, até q chegou no match point, e ai Nadal fez o ponto e foi campeão de Wimbledon, então levantei do sofá e dei um gritão e gritei Chupa Federer, vai se ferrar, e esqueci das minhas amigas q estavam presentes assistindo ao jogo! então, quando virei pra trás elas estavam em prantos chorando horrores e eu tentei desconcertar o mal entendido falando q o Federer era bom, era o melhor, mas elas ficaram tão putas com os meus comentários q foram embora da minha casa, e ficamos 2 meses sem nos falarmos direito por causa disso.
Quando voltamos a nos falar estava tendo as olimpiadas, e ai fiz uma montagem do Michael Phelps e coloquei a cabeça do Nadal, e coloquei no caderno de cada uma das minhas amigas, quando elas abriram o caderno viram o Nadal e deram um gritao derrubaram os materiais delas no chão e queriam rasgar a foto, uma foi rasgada, a outra eu tomei e mandei meu amigo q era alto colar na parte da sala onde ela não ia alcançar e ficou colado bem em cima do quadro, e todos os dias q a gente ia estudar, estudavamos olhando pra cara do Rafa com uma medalha de ouro com a cara do Michael Phelps, e se vc acreditar a foto só foi retirada 3 anos depois, quando a escola faliu! e várias meninas ficavam perguntando quem era o aluno gato q tinha ganho medalha lá na escola! rsrsrsrsrsrs
Não devo ganhar, mas pelo menos umas boas risadas acho q vc vai ganhar!
hahahahaaha
P.S - Essa história é verdadeira! Não é mentira não!
Bom tudo começo em 2006 fim do ano perto de Outubro, A minha melhor amiga era super fã do Federer (ela tinha acabado de conhecer) e se apaixonou por seu jogo e sua beleza, eu mesma não via nenhuma beleza no Federer, mas ok, isso é outra história!
Enfim, começei torcendo pro Federer, e pro Roddick pq minhas amigas eram super fãs do Federer e etc. E eu torcia pro Roddick pq achava ele lindo, mas foi em 2007 que eu começei realmente a acompanhar o tênis e eu nem sabia quem era quem no tênis, então em 2007 conheci o Djokovic, (ai vc vai se perguntar, o q o Djokovic tem haver com a história, mas calma q vamos chegar lá) Foi no Australian Open 2007 e o Nole perdeu nas quartas de final pro Federer, e eu não gostei das atitudes da minha amiga q falava q o Federer nunca perderia e etc, pq ele era o melhor, então falei gostei desse Djokovic vou torcer pra ele, então depois no mesmo ano Nole fez sua 1° final com o Nadal em Indian Wells e 1° final de Masters 1000 obviamente ele perdeu, mas eu não fiquei com raiva do Nadal, pq as minhas amigas Federetes do jeito q xingavam o Nole acabei tomando raiva do Federer, e eu tipo como vc bem me conhece falei, agora eu vou trollar, então sempre quando brincavamos elas riam de mim quando falava do Djokovic. Então em 2008 fiz a maior alegria da minha vida, foi no dia do meu aniversário 04 de julho de 2008 e ai marquei da gente assistir a um jogo do Nadal x Federer aqui em casa, eu prometi ficar neutra e não falar nada, então ficamos a tarde inteira assistindo, até q chegou no match point, e ai Nadal fez o ponto e foi campeão de Wimbledon, então levantei do sofá e dei um gritão e gritei Chupa Federer, vai se ferrar, e esqueci das minhas amigas q estavam presentes assistindo ao jogo! então, quando virei pra trás elas estavam em prantos chorando horrores e eu tentei desconcertar o mal entendido falando q o Federer era bom, era o melhor, mas elas ficaram tão putas com os meus comentários q foram embora da minha casa, e ficamos 2 meses sem nos falarmos direito por causa disso.
Quando voltamos a nos falar estava tendo as olimpiadas, e ai fiz uma montagem do Michael Phelps e coloquei a cabeça do Nadal, e coloquei no caderno de cada uma das minhas amigas, quando elas abriram o caderno viram o Nadal e deram um gritao derrubaram os materiais delas no chão e queriam rasgar a foto, uma foi rasgada, a outra eu tomei e mandei meu amigo q era alto colar na parte da sala onde ela não ia alcançar e ficou colado bem em cima do quadro, e todos os dias q a gente ia estudar, estudavamos olhando pra cara do Rafa com uma medalha de ouro com a cara do Michael Phelps, e se vc acreditar a foto só foi retirada 3 anos depois, quando a escola faliu! e várias meninas ficavam perguntando quem era o aluno gato q tinha ganho medalha lá na escola! rsrsrsrsrsrs
Não devo ganhar, mas pelo menos umas boas risadas acho q vc vai ganhar!
hahahahaaha
P.S - Essa história é verdadeira! Não é mentira não!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
"Um pouco de tudo e muito de cada pouco"
Não tem jeito, gente!!! Rafael Nadal é notícia até quando está trancado no quarto dormindo. Então, vamos a mais um Vapt Vupt com as milhares de notícias sobre ele.
Quem quer ganhar uma viagem para curtir o Australian Open 2012? Prepare-se a KIA dá essa chance pra você.
Lembra desse comercial da Kia lançado semana passada?
Pois muito bem, após assistir ao vídeo, clique no link DO QUE NADAL GOSTA? que corresponde à página da KIA MOTORS no Facebook. Lá você deve clicar na palavra "PARTICIPAR". Em seguida, aparecerão 47 palavras das quais você deve selecionar apenas 7 que você acredita que correspondem a coisas que Rafael Nadal gosta. Depois disso, é só cruzar os dedinhos e torcer para que no dia 10 de dezembro, Rafa anuncie seu nome como vencedor de uma viagem com tudo pago para curtir o Australian Open 2012.
Um videozinho que explica, melhor do que eu, as regras da promoção!!
Um videozinho que explica, melhor do que eu, as regras da promoção!!
Boa Sorte, pessoal!!
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Lembram daquele treinador Oscar Barros que está acionando judicialmente Rafael Nadal sob a alegação de que mudou radicalmente a sua vida com duas horas de conselhos sobre o saque dele? Olhem aqui um pouquinho dessas duas horas milagrosas!! Sem elas, talvez Rafa fosse um mero desconhecido tentando um espaço no TOP 100. Fala sério, meu querido!!!
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Xisca viajou para Londres, onde irá passar uma temporada fazendo pós graduação em Administração e aprimorando seu inglês. E, claro, na Espanha também tem Nelson Rubens. Já começaram a surgir as fofoquinhas sensacionalistas sobre Rafael Nadal na farra, na companhia de outras mulheres. Aqui está a primeira revista "Tititi" sobre o assunto.
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Como estamos no assunto festas, mais fotos de Rafael Nadal naquele bar super secreto (Bauxa) que ele frequenta para fazer coisas totalmente loucas, como tirar fotos com fãs e falar besteira com os amigos. Nossa, quanto sigilo e adrenalina!!!
Fonte: Bauxa Web
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Nós já antecipamos aqui a capa do complemento da revista FHM. Agora trouxemos a revista inteira com fotos super sugestivas de Rafael Nadal, colocando fogo por onde passa. A revista traz uma entrevista com Tio Toni sobre todos os aspectos que formam o grande campeão que é Rafael Nadal.
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Copa Davis
A Equipe Espanhola da Copa Davis que inclui Rafael Nadal vai decorar o vestiário dos jogadores com mensagens dos fãs. Então, envie a sua para multimedia@rfte.es ou para o seguinte endereço: Passeig Olimpic, 17-19 / Olympic Stadium - Barcelona 08038, Espanha. Capriche porque a minha mensagem está enorme e eu já enviei.
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Como nós já adiantamos em nossa página do Facebook, foi divulgada a nova imagem da Campanha "Champions Drink Responsibly", cujo comercial será divulgado no dia 11.11.2011
Fonte: Facebook Champions Drink Responsibly
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Ontem, dia 01.11.2011, foi o lançamento nacional da biografia "Rafa-minha história", em português. Caso você queira comprá-la, aqui estão os dois links disponíveis. Mas se você quiser concorrer a uma, participe da promoção do blog. Olha o link aqui: Promoção Rafa - minha história
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Promoção - Rafa - Minha História.
Atenção galera!
Nós do blog RNO e a editora Sextante vamos sortear dois exemplares da biografia Rafa - Minha História.
Pra concorrer é bem simples, só que vocês terão que colocar seus neurônios e coração pra funcionar.
Vamos explicar então:
Aproveitando o título da BIO - Minha História - você vai ter que escrever sobre a sua história com o Rafa Nadal, um momento marcante, algo que você considere importante. Seja a primeira partida que você tenha visto dele, se você já viu alguma partida dele ao vivo, a partida mais emocionante ou como ele te inspira de alguma forma.
Eu tenho uma história com o Rafa, conhecê-lo me fez mudar de opinião sobre esporte ser uma coisa vazia e de pessoas mesquinhas, me fez mudar o pensamento de que esporte não é coisa só de homem e que eu poderia segui lo sem problema algum, me fez ver que tênis é divertido, e que não devemos julgar pelas aparências, é possível ter cara de mau e ser assim um doce de pessoa =^.^=.
Principalmente que nada é impossível, que eu se eu der o melhor de mim sempre eu supero qualquer coisa. E que na vida dá pra vencer e ser alguém importante sem perder a integridade e sem deixar um rastro de ódio por onde passa.
Mas vamos a promoção:
1º Passo escrever um texto bacana sobre sua história com o Rafa.
2º Passo Mandar pra gente nesse email promo_minhahistoria@yahoo.com.br
3º Passo Torcer pra você ser um dos felizardos.
Nós vamos ler todos os textos e vamos divulgar no dia 17 de novembro os dois vencedores.
Não esquece de mandar no email seu nome e sua cidade e estado.
Desejamos boa sorte pra todo mundo que for participar!!!
PS: Only for Brazil.
PS: Only for Brazil.
Raphaela e Fabíola.
John Carlin conta o que sabe sobre Rafael Nadal
Momento John Carlin: a biografia de Rafael Nadal foi lançada na Espanha e nós ganhamos várias entrevistas super interessantes do autor da obra sobre a vida de Rafael Nadal e alguns momentos que ambos passaram juntos.
Aqui uma entrevista onde Carlin respondeu a 50 perguntas sobre Rafael Nadal e abaixo um trecho transcrito da entrevista, onde Carlin conta um momento especial da relação entre Rafael Nadal e seu pai, Sebastían Nadal.
Durante a entrevista de meia hora, John Carlin falou muito sobre Rafa e do livro, mas há uma história que John conta Rafa e seu pai quando o primeiro 11 anos, que chamou a atenção e queremos destacar e compartilhar com você. Aqui você tem a transcrição das palavras de John:
"Em vez de dar um monte de adjetivos eu quero lhes contar uma anedota primeiro que demonstra o elemento inato do sucesso de Rafa. A história está no livro e me foi contada por Rafa e também pelo pai dele. Aqueles momentos entre pai e filho que os dois lembram muito bem. "
"Acho que Rafa tinha 11 anos. Começou a jogar aos 4 anos, e desde os 4 anos com um regime de treinamento super-intensivo. Mas naquele verão, quando ele tinha 11 anos, naquele agosto diminuiu um pouco a intensidade dos seus treinos e dedicou-se a ser uma criança bastante normal: brincar com outras crianças, ir à praia, o que as crianças dessa idade fazem. "
"Ele teve uma partida em um torneio em setembro contra um cara que era mais velho que ele, mas acreditou que ia ganhar, porque ele estava acostumado a vencer crianças de dois ou três anos a mais que ele. Mas ele perdeu este jogo e no retorno pra casa com seu pai no carro, Rafa começou a chorar, o que deixou o pai muito surpreso, porque não Rafa quase nunca o fazia. Nunca o tinha visto chorar assim depois de uma derrota. "Então o pai disse: "Bom,Rafael, olhe não é tão grave assim. Você não pode ser um escravo do tênis, além do mais aproveitaste muito bem as férias de verão e depois terás mais tempo para treinar. "E a resposta que deu o menino foi muito reveladora: 'Olha, toda a alegria e toda a diversão que tive este verão, toda essa felicidade não pode compensar a dor que eu sinto agora por essa derrota ". E nesse momento, acho que o pai compreendeu e pensou, 'Eu tenho algo muito especial aqui.' "
Fonte: Rafa Nadal partido a partido
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John Carlin: "Nadal é um animal competitivo"
O escritor e jornalista, que retratou a vida de Nelson Mandela publica: Rafa, minha história '
John Carlin, escritor e jornalista (Londres, 1956) que retratou a vida de Nelson Mandela e a importância que a Copa do Mundo de Rugby de 1995, teve para a coesão da África do Sul em “O fator humano” , acaba de publicar seu último livro, “Rafa, minha história”. No livro, Carlin humaniza Nadal, uma pessoa muito tímida, que se torna um gladiador quando joga tênis.
- O que lhe fascina em Nadal?
Seu foco e disciplina no trabalho. Rafa treina com a mesma seriedade e intensidade que quando se joga uma final. Em uma quadra, ninguém pode falar ou brincar com ele.
- No livro você destaca que Toni Nadal, tio e treinador de Rafa, lhe submete a uma pressão sufocante.
Desde que ele era muito jovem, Toni sempre foi muito exigente com Rafa por duas razões. Primeiro, porque ele viu que Rafa poderia suportar tanta pressão e, por outro lado, porque pressioná-lo ao máximo foi o que deu a força mental que destaca Nadal dos outros jogadores.
- O grande poder de Rafa reside em sua mente?
Sim, Rafa mesmo disse que a palavra-chave que define a sua vida é aguentar. Ele sempre diz que na vida tem de suportar muita coisa. Suportar a dor, suportar a fadiga, suportar a pressão terrível de uma partida, o assédio da imprensa, torcedores, patrocinadores ...
- Suporta tanto que quase sempre joga com dor.
Rafa tem uma vulnerabilidade, que é um osso deficiente, e aproveita ao máximo porque ele sabe que a vida de um atleta de elite é fugaz e suportar a dor, porque libera muita adrenalina quando compete. Com 13 ou 14 anos venceu um torneio que ele jogou com um dedo quebrado. Quando ele recebeu a taça, não foi capaz de levantá-la.
- Por que Nadal cresce nos momentos críticos?
Porque é um animal competitivo. Em situações extremas, quando está à beira do precipício é quando Rafa mais gosta. Quanto maior a pressão, ele se sente mais vivo e entra em um estado de euforia e êxtase.
- No entanto, você também retrata um Nadal com suas fraquezas humanas.
Esta é a maior contribuição. Todos temos a caricatura de Nadal como um gladiador. Suas fraquezas, inseguranças e medos dão ainda mais valor ao seu status de super herói. O livro humaniza um gladiador, uma pessoa doce e muito tímida.
- O beneficia ter um ambiente tão protecionista?
Sim. O ambiente de Nadal é um grande sistema amortecedor. A família tem incutido valores como o trabalho e a humildade que têm impedido que a fama o devore. Nadal é impossível de compreender, sem sua família, Rafa é a extensão de sua família, seu chefe visível.
- O que fará Nadal quando terminar sua carreira?
Tenho certeza que seguirá vinculado ao mundo esportivo. Rafa é um alucinado por futebol e estou convencido de que ele poderia ser um bom olheiro. Eu também sei que ele vai jogar golfe até que ele morra.
- Você está preocupado com a comparação deste livro com “O fator humano”, sua grande obra?
Em 30 anos como jornalista, ser um correspondente na África do Sul entre 1989 e 1995 é o que mais mexeu comigo, mas isso não significa que os últimos 16 anos da minha vida tenham sido uma perda de tempo. Como um jornalista, evoluo e sempre escrevo com o mesmo entusiasmo, mas Mandela é, de longe a pessoa mais fantástica que eu já conheci. Ninguém vai superar.
- Qual é o melhor elogio que se pode receber, depois de escrever um livro?
Que lhe emocionou, lhe inspirou, educou e deu uma visão diferente sobre uma pessoa ou um tema. E, além disso, que a leitura foi agradável e, esperançosamente, divertida. Como Dickens disse: fazer as pessoas rir e chorar.
- O jornalismo hoje conta menos histórias.
Jornalismo, com as redes sociais e a internet, tem mais clientes e menos renda. Jornalistas devem ficar longe do senso comum, refletir, investir mais tempo nas histórias.
Fonte: Adn.es
sábado, 22 de outubro de 2011
Entrevista de John Carlin para o AS
"Eu não aguentaria um dia na pele de Nadal"
Rafa - mi historia chegou ontem na Espanha. Uma autobiografia com memórias do jogador e da caneta de John Carlin(Londres, 1956/12/05). Um trabalho que foi feito entre janeiro e maio deste ano e já triunfou no mercado britânico. Todo o círculo intimo de Nadal o ajudou na história.
P - Você, que viajou com ele ao redor do mundo, você acha que na Espanha nós estamos cientes da dimensão que tem Nadal?
JC - Fiquei impressionado com o impacto que tem em muitos lugares. Não só entre os fãs de tênis. Há algo na imagem e personalidade que ele projeta que ressoa em muitas pessoas, um carisma. É um dos maiores nomes no mundo além do esporte.
P - Por que Nadal é uma figura tão cativante? Em um artigo para 'El Pais Semanal' você citou Juanma Trueba para o AS, em que aludia " exercício de superação " em cada jogo.
JC - Embora tenha sido o número um ou dois por seis anos, eu compartilho esse sentimento de Trueba de sempre parecer um Davi e Golias, mais talentosos, mais forte Rafa tem que superar uma força maior que a sua, é um jogo de conta-ataque, e esse tipo de personalidade atrai muito.
P - O livro começa com um relato em primeira pessoa sobre a final de Wimbledon 2008, em que Rafa ganha de Federer. Por quê?
JC - Em um nível técnico, achei que seria melhor para quebrar o gelo e entrar no jogo de sua vida. Eu tenho o vídeo e vimos juntos e ele funcionou muito bem. Por outro lado, quando estou em um confronto épico como este eu me pergunto: 'O que ele está pensando esse cara?'. Termino este projeto com uma tensão incrível e só posso pensar em sair correndo.
P - Lendo o livro percebemos dois 'rafas' muito distintos: O de dentro da quadra o de fora dela, com suas dúvidas e medos, como sua mãe Ana Maria o descreve "cheio de ambiguidades."
JC - Esse era o desafio de colaborar com esse projeto. Eu sempre tive a impressão de um guerreiro e gladiador que se transforma em quadra e, por outro lado, tivemos um cara muito doce. Acreditava que seria interessante aprofundar nisso. Na verdade, existem dois Rafas. Sua própria namorada (Xisca Perello) me disse não reconhecer Rafa em quadra. Torna-se algo mais, uma espécie de super-herói.
P - Moya diz, em um capítulo que "o segredo de sua atração em todo o mundo é que você pode ver a paixão de McEnroe com o auto controle de Borg. Um assassino de sangue frio.". Você vê isso?
JC - É engraçado como essas coisas combinam. Você pode associá-lo com Borg, mas não completamente, porque era gelo puro, enquanto que Rafa é um fogo controlado Ele também tem a paixão de McEnroe, mas não transborda.
P - Não se entende Rafa sem seu tio Toni. A pressão exercida sobre ele parece um pouco brutal.
JC - Brutal, mas vendo de maneira retrospectiva, fundamental. É um regime espartano. O livro reflete que a relação entre Toni e Rafa não foi um mar de rosas. Eles habitam um mundo tenso e deprimido e tem havido atrito, é claro.
P - A ética deste par é uma ética de trabalho muito aplicável a qualquer campo, certo?
JC - Sim, sim. Há lições claras. Seriedade, disciplina,continuidade de trabalho tremenda. Chama a tenção é que em Mallorca, como diz Moya é que lá tem um ambiente mais caribenho, veja esses que são mais alemães que o alemão mais rigoroso.
P - A família é a âncora que Nadal necessita para manter o equilíbrio.A relação tão sólida que descreve entre eles quase assusta.
JC - Sim, a história de Rafa não é como a de Agassi, cheio de controvérsia, drama, drogas, atriz de Hollywood. É o retrato de uma pessoa que viveu uma estabilidade notável, rodeado de muito amor. Sem estes fundamentos da família não seria nem de longe o campeão que ele é.
P - A sombra do campeão é Rafa Maymó. Chave em sua vida.
JC - Sim, ele o chama de Tintin. É absolutamente fundamental. É o seu amigo mais antigo, mas tem mais intimidade com ele do que com sua namorada. Maymó estão sempre juntos e não apenas na fisioterapia, mas um psicólogo, consultor, conselheiro,. Alguém muito, muito importante. Se Maymó deixá-lo seria um duro golpe.
P - já é reconhecida, mas no livro demonstra ainda mais o respeito e admiração deNadal para Federer. Como é a relação?
JC - De um lado se sente uma admiração e respeito por Federer como puro talento. Reconhece que a variedade de opções em quadra, tem mais que ele. E senti o respeito que se deve sentir um grande rival. É uma rivalidade que poderia facilmente ser feia ou maldosa como um Real Madrid-Barcelona. Mas, ao contrário. Eles são amigos íntimos. Um exemplo.
P - Por falar nisso, Djokovic o machucou muito este ano. O Nadal guerreiro sairá para conseguir vencê-lo?
JC - Agora que eu sei bem a sua natureza, eu sei que sempre que uma dificuldade se apresenta esse garoto supera. É a históriade sua vida e teve muitos pontos baixos. Saberá superar o desafio que aparecer. Na minha opinião, Djokovic fez o que ele fez com Federer: entrou em sua cabeça. Ele mostra que o tênis é um esporte tremendamente mental
P - Quais palavras o definem?
JC - A humildade e disciplina. Não animal. Eu, que que viajei com muito ele e estive em complicados contextos, não poderia sobreviver um dia na sua pele. Como ele vive, com tal intensidade. Há um ponto de pressão tremenda. Nunca relaxa. Seus rituais, como se preparar. É brutal. Tem pouco a ver com o nosso conceito de como ser de espanhol.
Fonte: AS.com
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